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domingo, 28 de agosto de 2011

Concessões = Derrota



Ø  Stálin sobreviveu ao genocida Hitler porque o glorioso Exército Vermelho resistiu e venceu a peste nazista.

Ø  Ho Chi Mihn sobreviveu ao criminoso imperialismo Francês porque o exército Popular Vietnamita dirigido pelo camarada Vo Nguyen Giap o derrotou em Dien Bien Phu. 

Ø  Fidel está gloriosamente vivo e segue a serviço do povo cubano e da classe operária do mundo porque derrotou a CIA na invasão da Baía dos porcos.

Ø  Kim Jong Il está vivo porque a RPDC responde fortemente a cada provocação do imperialismo e seus lacaios sul-coreanos, fabricando armas nucleares para sua defesa.

Ø  Mahmoud Ahmadinejad está vivo porque a República Islâmica do Irã não dá um passo atrás no combate ao sionismo e aos americanos.

Por outro lado...


Ø  Salvador Allende se negou a seguir o caminho revolucionário e entregar armas ás massas e foi assassinado.

Ø  Jaruzelsky e os comunistas poloneses entregaram o poder aos trotskistas do “Solidariedade”  em 1989 e hoje sofrem nos tribunais reacionários.

Ø  Erich Honecker confiou no traidor Gorbatchov e seus quinta-colunas dentro de seu Partido, foi preso e morreu no exílio.

Ø  Milosevic fez numerosas concessões políticas e econômicas ao imperialismo e morreu na prisão.

Ø  Saddam Hussein permitiu que a Agência de Energia Nuclear (paga pela CIA) inspecionasse o seu país e terminou enforcado pelos lacaios do imperialismo.

Mesmo que nós não concordemos com vários desses líderes, o fim que eles levaram – seja triunfal ou trágico – nos ensina o como Che Guevara estava certo em não conceder nada ao imperialismo.
Talvez negociar com o inimigo possa até te salvar, como Lênin e o tratado de Brest-Litovsk. Mas, principalmente hoje em dia, toda concessão, vacilação, ambigüidade ou covardia conduz diretamente á tumba.

Os terroristas que os EUA apoiam

Luis Posada Carrilles: derrubou um avião.


- Alejandro Melgar, chefe da conspiração de Santa cruz, este negociante boliviano está radicado nos EUA com a total cumplicidade das autoridades migratórias.

- Angel de Fana Serrano, participou em 1997, em Isla Margarita, de um complô para assassinar o líder cubano Fidel Castro durante a Cúpula Ibero-americana. Sócio de Luis Posada Carriles. De Fana conspirou também para assassinar o presidente Chávez.

- Armando Valladares, cúmplice da tentativa de magnicídio de Santa Cruz, Bolivia, e de varios atos terroristas, preso en Cuba por botar bombas em lojas e retomou seu trabalho com a CIA desde sua saída da ilha.

- Carlos Alberto Montaner, vive varias décadas atuando contra Cuba. Fugitivo da justiça cubana por botar bombas em lojas e cinemas em 1960, foi membro da rede terrorista de Orlando Bosch. Tem residência nos EUA e na España.

- Gaspar Jiménez. Assassino do diplomata cubano Dartagnan Díaz Díaz, cúmplice de Luis Posada Carriles e condenado por terrorismo no Panamá. Radicado em Miami com proteção do FBI.

- Guillermo Novo Sampoll, terrorista, cúmplice do assassinato do ex ministro chileno Orlando Letelier, torturador do plano Cóndor, assassino de dois diplomatas cubanos na Argentina, cúmplice de Luis Posada Carriles e condenado por terrorismo no Panamá. Radicado em Miami.

- Huber Matos, traidor cubano conhecido por ter dirigido ações terroristas. Seus laços com o mundo do narcotráfico centro-americano são tão conhecidos como os de seu filho, refugiado na Costa Rica. Radicado em Miami.

- Hugo Acha Melgar, financiador do grupo terrorista formado por neonazistas húngaros e croatas que tentaram assassinar o presidente boliviano Evo Morales em 2009 e no complô de Santa Cruz. Radicado nos EUA.

- Joaquim Chaffardet, ex-diretor da policia secreta venezuelana, vinculado ao terrorista internacional Luis Posada Carriles. foi formado pelos serviços de inteligência dos EUA na Escola das Américas (SOA). Radicado nos EUA.

- Jose Antonio Colina Pulido, responsável de atentados com bombas contra ofícios diplomáticos de Espanha e Colômbia em Caracas em 2003. Radicado em Miami com vários cúmplices.

- Nelson Mezerhane, financista vigarista e acionista da Globovision,aparece entre os principais suspeitos de assassinato do fiscal Danilo Anderson. Desapareceu de Caracas roubando sete milhões de dólares. Radicado nos EUA.

- Patricia Poleo, cúmplice do assassinato do fiscal venezuelano Danilo Anderson. Está por trás de diversas operações da CIA realizadas na embaixada norte-americana de Caracas contra a revolução bolivariana. Radicada em Miami.

- Pedro Remón, mercenário da CIA, assassino de Félix García Rodríguez e Eulalio Negrin, em Nova York; cúmplice de Luís Posada Carriles, condenado por terrorismo no Panamá. Radicado em Miami com proteção do FBI.

- Luís Posada Carriles, agente da CIA e terrorista internacional. Tem uma interminável historia de crimes. Procurado na Venezuela pelos 73 homicídios do avião cubano destruído em pleno vôo. Radicado em Miami.

- Reinol Rodríguez, associado de Luís Posada Carriles: cúmplice do assassinato em Porto Rico de Carlos Muñiz Varela. Atual chefe militar do grupo terrorista Alpha 66, tolerado pelo FBI. Radicado em Miami.

- Roberto Martín Pérez, filho de um dos mais famosos esbirros da ditadura de Batista, ex chefe do Comité paramilitar da Fundação Nacional Cubanoamericana (FNCA).

- Raúl Díaz, condenado por ataques com explosivo C4 a duas embaixadas em Caracas, ocorridos em 2003. Radicado em Miami.

- Carlos Yacaman, hondurenho, assassino do ex ministro de habitação da administração Zelaya, Roland Valenzuela. Se encontra em miami.

- Branko Marinkovic, lider opositor boliviano de Santa Cruz, principal financista y cúmplice do grupo terrorista desarticulado em 2009. Marinkovic entrego 200 mil dólares aos terroristas para a compra de armas. Vive em Miami.

- José Guillermo García, general salvadorenho, ex-ministro de defesa, torturador y responsável pelo assassinato de quatro freiras norte-americanas. Asilado nos EUA.

- Carlos Vides Casanova, ex-chefe da guarda nacional de El Salvador, torturador e responsável pelo assassinato de quatro freiras norte-americanas. Asilado em EUA.

- Michael Townley, oficial da polícia secreta de Pinochet, cúmplice do assassinato do ex-chanceler chileno Orlando Letelier. Radicado em Miami.

- Santiago Álvarez Fernández Magriña, terrorista e traficante de armas cubano-americano, cúmplice de Posada Carriles. Radicado em Miami.

- Osvaldo Mitat, terrorista e traficante de armas cubano, cúmplice de Posada Carriles. Radicado em Miami.

- Hector Alfonso Ruiz codinome Héctor Fabian, terrorista cubano, colocou bombas em sedes diplomáticas, associado a Posada Carriles, radicado em Miami.

- Ramón Saúl Sánchez, mercenário de Omega 7, cúmplice de Eduardo Arocena y Pedro Remón. Radicado em Miami.

- Rodolfo Frómeta, terrorista cubano, chefe de comandos F4, autor confesso de ações terroristas contra Cuba, radicado em Miami.

- Roberto Guillermo Bravo, militar argentino, responsável pelo massacre de Trelew que custou a vida a 16 jovens revolucionarios; vive em Miami.

- Virgilio Paz Romero, cúmplice do assassinato do chanceler chileno Orlando Letelier e sua colaboradora Ronni Moffitt, perdoado por George W. Bush, Radicado em Miami.

- José Dionisio Suárez Esquivel codinome Charco de Sangre, cúmplice do assassinato do chanceler chileno Orlando Letelier e sua colaboradora Ronni Moffitt, libertado por George W. Bush. Radicado em Miami.

- Félix Rodríguez Mendigutía codinome El Gato, agente da CIA, ordenou o assassinato de Ernesto Che Guevara, cúmplice de Posada Carriles na base salvadorenha de Ilopango em trafico de armas e cocaína. Radicado em Miami.

- Salvador Romani, presidente da terrorista Junta Patriótica cubana em Venezuela, atacou a embaixada cubana em Caracas, cúmplice do assassinato do fiscal Anderson. Radicado em Miami.

- Johan Peña, ex-comissário da DISIP venezuelana, colocou a bomba que matou o fiscal Anderson. Vive em Miami.

- Jaime García Covarrubias, ex-chefe repressor de Pinochet, acusado de torturas e assassinatos, hoje professor de academia do Pentágono, em Washington, EUA

- José Basulto, terrorista cubano-americano, agente da CIA, chefe de Hermanos al Rescate, e autor de provocações assassinas. Vive em Miami.

- Inocente Orlando Montano, coronel salvadorenho procurado pela justiça  espanhola pelo assassinato de jesuítas. Asilado nos EUA.

- José Guevara, ex-agente da DISIP venezuelana. Participou de Miami no complô para assassinar o fiscal venezuelano Danilo Anderson. Asilado nos EUA sob a proteção do FBI.


Fonte:


Nota: traduzido do espanhol ao português

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Canções da Revolução Cultural

Centenas de canções foram escritas durante a Grande Revolução Cultural Proletária de 1976-1976. Mostro aqui algumas delas (incluindo uma repetida, mas em versões diferentes).

Eu não entendo chinês, mas aprecio uma boa música. Em especial em relação ao Presidente Mao.

Viva o Presidente Mao!





sábado, 6 de agosto de 2011

Resista Gaddafi!!!



Quando primeiramente ocorreram os protestos contra o líder líbio Muanmar Gaddafi, pensava que eram parte das revoluções da Tunísia e Egito. Pensava que Gaddafi era só mais um ditador que se aliou com os EUA. Pensava que Gaddafi odiava seu povo. Não pensava que os ‘’rebeldes’’ poderiam se aliar com a OTAN, receber dinheiro da OTAN, pedir que a OTAN bombardeasse seu próprio país e linchar imigrantes negros. Não pensava na possibilidade do ianque John McCain chamar eles de ‘’meus heróis’’.

Gostaria de pedir desculpas pela minha prepotência. Ver algo e tirar conclusões precipitadas sem antes esperar para ver o que acontecer foi um erro e pretendo não repeti-lo.

Gostaria de mostrar algumas coisas:

Soldados de Gaddafi dando doces a crianças(árabe)

Gigantesco protesto de simpatizantes de Gaddafi(árabe)


1 milhão de pessoas sai as ruas para defender Gaddafi(espanhol)


Mulheres líbias participam de treinamentos militares (português)




O hino da Líbia Verde: ‘’Allahu Akbar’’ – ‘’Deus é Grande’’(árabe)


Homenagem ao Coronel Gaddafi e seus simpatizantes (árabe):



VIVA GADDAFI!
VIVA A LÍBIA!
MORTE Á OTAN!
MORTE AOS REBELDES TERRORISTAS!
MORTE AO IMPERIALISMO!


segunda-feira, 18 de julho de 2011

Quem foi Thomas Sankara?


Poucas pessoas da esquerda conhecem Thomas Sankara. Ele, que é considerado o Che Africano por suas semelhanças com o guerrilheiro argentino (desde a boina até o fato de falar francês e a amizade com Fidel) comandou um pequeno país africano por menos de uma década, mas fez ele progredir de forma extremamente rápida.

Em 1983, ele – então um capitão de 33 anos – liderou um golpe popular contra o governo do Alto Volta(antiga colônia francesa) e mudou completamente a política daquele país empobrecido.

A primeira ação foi mudar o nome do país para Burkina Faso (‘’Terra dos Homens Justos’’ na língua local) para tornar o país independente e destruir o odiado passado colonial. Não só isso, mas ainda livrou o país das dívidas e da influência do FMI e do Banco Mundial.

Suas políticas domésticas focaram em evitar a fome com uma reforma agrária com ênfase na autossuficiência, priorização da educação com uma campanha nacional de alfabetização, e promoção da saúde pública ao vacinar milhões de crianças contra doenças como meningite e febre amarela. Ainda fez uma ambiciosa campanha de construção de estradas e trilhas.

 Sankara também fez coisas maravilhosas para as mulheres. Mulheres conseguiram cargos em seu governo, que proibiu a mutilação genital, a poligamia e os casamentos forçados. Fez muito mais: encorajou-as a 
permanecer trabalhando e estudando mesmo se grávidas. Veja o discurso de Sankara sobre as mulheres em espanhol:


Para combater os corruptos, Sankara chegou a instituir tribunais revolucionários e mesmo Comitês de Defesa da Revolução (baseando-se na Revolução Cubana, que ele admirava)

Tais atitudes enfureceram os imperialistas franceses. 4 anos depois de tomar o poder, foi deposto e assassinado em um golpe financiado por um cara pago pela frança que até hoje é presidente do país.
Uma semana antes de morrer, declarou: ‘’você pode matar um revolucionário, mas não pode matar idéias’’.



sábado, 9 de julho de 2011

O imperialismo e a África


No dia 8 de Julho, aproximadamente ás 6 horas da tarde (horário de Brasília), o Sudão do Sul se tornou um novo país após décadas de guerra civil com o Norte. Dificilmente se pode ser otimista em relação a isso.

Como todos os países da África divididos por questões tribais intensificadas por agressões imperialistas, o país nascerá pobre e subdesenvolvido, apesar de rico em recursos.

Além do mais, a história nos mostra que a divisão do continente interessa aos imperialistas. Tomemos o tráfico de diamante na Serra Leoa, por exemplo. O tráfico de diamantes é um negócio lucrativo para o pessoal dos países desenvolvidos: é um metal precioso e resistente que pode ser usada para fazer jóias e trazer lucros para as empresas capitalistas. A Serra Leoa, país do Oeste da África, tem diamantes. Logo possuem a riqueza deste negócio dentro de suas próprias fronteiras.

Só que esta riqueza não vai para o povo da Serra Leoa, e sim para grandes corporações. O resultado desta exploração e investimento estrangeiro direto é um fenômeno chamado de ‘’diamante de sangue’’(2), onde grupos armados lutam pelo controle das minas de diamante e escravizam populações locais (3). As corporações têm pouca motivação para parar a compra dos ‘’diamantes de sangue’’, já que manter as facções em guerra uma com a outra diminui o preço dos diamantes

E o que acontece se um país dá mais participação econômica a seu povo? Países como Angola, Zimbábue e Líbia tentaram fazer isto e a ‘’comunidade internacional’’(quer dizer, EUA e UE) resistiu utilizando-se desde sanções até interferência militar. Não é preciso pesquisar sobre a guerra civil de Angola de 1975-2002 e que deixou 1 milhão de mortos(4). Basta ligar a TV e assistir os bombardeios da OTAN na Líbia.

O próprio Playstation tem sangue contido nele(5). Para que as crianças americanas possam matar alienígenas imaginários no conforto de suas salas, alguém perdeu a vida no mundo real. O Coltan é um minério encontrado na África central e utilizado para fazer laptops, ipods, videogames e até celulares. A maior parte se encontra na República Democrática do Congo, país que foi palco de uma guerra envolvendo Angola, Ruanda, Uganda e outros países vizinhos e deixou 3,8 milhões de pessoas mortas. O mais sangrento conflito da história da África e o pior desde a segunda guerra mundial. Como se não bastasse, o Congo se tornou o país com o maior numero de mulheres estupradas do mundo(6).

É dos interesses imperialistas manter a África desunida, porque assim não vai ser tão trabalhoso se empanturrar com suas riquezas enquanto os povos africanos morrem de guerras, AIDS ou fome.

Notas:
2. – Assista ‘’Diamante de sangue’’: filme com Leonardo Di Caprio e Jennifer Connely.
 3. – Destaque para  a ‘’Frente Revolucionária Unida (FRU)’’ grupo rebelde que aterrorizou o Serra Leoa na década de 90 com mortes, tortura, mutilamentos e estupros.


quarta-feira, 6 de julho de 2011

Onde há opressão, há resistência [VÍDEO]


"O imperialismo e todos os reacionários são tigres de papel" - Presidente Mao