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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Onde há opressão, há resistência [VÍDEO]


"O imperialismo e todos os reacionários são tigres de papel" - Presidente Mao

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Os bombardeios do terror. O autentico genocídio cambojano



*Traduzido do blog Dazibao Rojo.

As campanhas de difamação sobre o processo revolucionário na Kampuchea muitas vezes se esquecem dos "bombardeios secretos" iniciados pela administração Johnson em 1965 e ampliados pela administração Nixon desde dezembro de 1970.

Segundo informações da era Nixon, os bombardeios, que supostamente buscavam golpear a denominada "Trilha Ho Chi-Mihn" ou as vias de abastecimiento dos Vietcong, representaram
uma operação genocida sobre a indefesa população camponesa quando 2.756.941 (a) de toneladas de bombas, mais que as jogadas sobre Europa pelas forças aliadas na II Guerra imperialista mundial.

Segundo testemunhos da época, as bombas caíam do céu sem que se avistara a presença de aviões, o qual impedía o uso de alarmes anti-aéreas que facilitariam o refugio da população. Milhares de pessoas de toda idade e condição , assim como, animais domésticos e selvagens, pereceram nestes autênticos crimes de guerra perpetrados pelos imperialistas ianques.

Como pode ser visto no mapa, a densidade dos bombardeios em muitas zonas foi de 100%.
Não foi tão difícil, aos invasores vietnamitas em 1978 encontrar centenas de fossas com esqueletos de cadáveres nas mesmas zonas da Kampuchea Democrática.

Com a simples manipulação das imagens, atribuindo-nas a matanças realizadas pelos comunistas cambojanos, os hegemonistas regionais e seus novos amos, a União Soviética se lançaram a uma eficaz campanha de difamação contra a Kampuchea Democrática e seu processo revolucionário, tratando assim de justificar sua agressão contra um Estado nascido da vitoria revolucionaria , em abril de 1975, sobre os imperialistas ianques i o governo fantoche de Lon Nol. Governo títere que, convém recordar, foi reconhecido pela URSS e que cuja capital, Phnom Penh, manteve sua embaixada até sua liberação pelas forças do Khmer Vermelho




A tarefa de reconstrução a que tiveram que fazer frente as novas autoridades revolucionarias, conhecidas como o Angkar, é evidente que foi muito dura y complexa apesar que escritores norte-americanos, que se atreveram a ir contra a corrente das patranhas revisionistas, como Noam Chomsky ou o economista Edward Herman, mostram importantes realizações na produção de arroz e na distribuição de alimentos.

A permanente hostilidade da camarilha de Hanói, apesar das intenções da Kampuchea Democratica de firmar um Tratado de Amizade que fora ignorado pelos vietnamitas, se converteria em agressão permanente nas fronteiras e a infiltração de centenas de agentes provocadores, até que em dezembro de 1978 lançaram uma invasão com apoio da URSS.
Extensas zonas do país foram ocupadas pelos invasores ainda que os comunistas cambojanos através da direção de Pol Pot tenham feito uma tenaz e prolongada resistência contra os vietnamitas e seu regime títere.

Os analistas deste período histórico tem focalizado suas investigações nas figuras dos supostos crimes cometidos pelos revolucionários mas nunca tem revelado a verdadeira cifra dos mortos, homens, idosos, mulheres e crianças que os bombardeios secretos causaram na população ou a gravidade das patologias produzidas pelos mesmos.

Nos encargos contra a direção da Kampuchea Democratica se aponta a abolição do dinhero ou a oposição á sociedade de consumo. Realmente seu crime mais significativo foi querer acabar com a exploração capitalista, baseando-se em suas proprias forças.
Hoje um tribunal da ONU, de juízes corruptos, julga a uns idosos, enquanto que milhares de pedófilos ocidentais vêm convertendo o país dos Khmer em um prostíbulo.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Vietnã - a luta de um povo


Vietnã - a luta de um povo.

O povo vietnamita, infelizmente, sempre viveu em guerras. Primeiro como uma colônia do imperialismo japonês, depois como colônia da França e finalmente, como um país dividido em dois sistemas.

Por sorte, onde há opressão há resistência. Nesses três casos o povo vietnamita se juntou e organizou guerras de libertação nacional. Todas elas foram ganhas pelo povo vietnamita,
provando mais uma vez que ‘’o imperialismo é um tigre de papel’’.

Vamos nos focar na terceira, pois é a que eu mais gosto.

Em 1954, o Vietnã fora dividido em duas partes:

> A República do Vietnã (RV) – capitalista
> A República Democrática do Vietnã (RDV) – socialista

A RV era praticamente uma ditadura. Direitista como a peste, mandava matar não só os comunistas, mas os budistas e opositores também.

Como eu já tinha dito antes: ‘’em todo lugar onde há opressão, há resistência’’.E os comunistas sul-vietnamitas se organizaram na FLN( frente de libertação nacional) também conhecidos como os ‘’Vietcong’’



Nos anos 60, os EUA, sob o comando de Lyndon B. Johnsohn resolvem ajudar o governo sul-vietnamita contra os comunistas. Acabou gerando um conflito que se expandiu por toda a Indochina.

De um lado, os anticomunistas. Representados por EUA e Vietnã do Sul – tiveram a ajuda de diversos outros países como Nova Zelândia, Austrália, Coréia do sul, Laos e Camboja.

Do outro, os comunistas e revolucionários. Representados pela RDV, na época sob a liderança de Ho Chi Mihn, contavam com o apoio de grupos como:
> A FLN ( os vietcongs)
> O Pathet Lao ( grupo comunista laosiano)
> O Khmer Vermelho (grupo comunista cambojano)

Também houve o apoio logístico, militar e estratégico de países como a URSS e a China – embora não tenham entrado na guerra diretamente.

Desde o inicio da guerra, os anticomunistas tinham se provado como verdadeiros inimigos do povo. Só os americanos bombardearam naquele país mais bombas que em toda a segunda guerra mundial. Sem falar em armas químicas como o Agente laranja e o Napalm, que mataram milhares, destruíram plantações e causaram impactos ambientais irreparáveis.

Mas o povo vietnamita não desiste. Mesmo tendo duas vezes menos soldados que os imperialistas, os comunistas seguem lutando por quase uma década até que, finalmente, Saigon, capital da RV, é tomada pelos comunistas em 1975.

O país é então unificado sobre um regime comunista. A monarquia laosiana também é derrubada e substituída por uma república popular e, em 17 de abril de 1975, o Camboja é tomado por Pol Pot e pelos soldados do Khmer vermelho.

Os americanos receberam o que mereciam: quando retornaram aos EUA, não foram tratados como heróis pelo povo americano, Nixon e Johnsohn caíram do poder como conseqüência de seus crimes. E, sinceramente, faltou muito pouco mesmo para que o estupro anal do imperialismo pelo povo do Vietnã não se tornasse algo ao pé da letra...

No entanto, o Vietnã de hoje em dia é uma vergonha. Desde o fim da guerra, seu PC revisionista tornou o Vietnã um país aliado do social-imperialismo russo. Hoje, ele é um país capitalista e, pasmem, aliado dos americanos!

Mesmo assim, a guerra do Vietnã é um exemplo histórico de que:

‘’ As massas fazem a história’’
‘’ O imperialismo é um tigre de papel’’
‘’ Países querem independência, nações querem liberação e o povo quer a revolução’’

A derrota do imperialismo no Vietnã foi um exemplo para todos os revolucionários, progressistas, comunistas e libertadores e segue sendo assim.



VIDA LONGA Á GRANDE VITÓRIA DO POVO VIETNAMITA!
VIDA LONGA AOS POVOS DA ÁSIA, AFRICA E AMÉRICA LATINA!
MORTE AO IMPERIALISMO!